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Fernanda Caffer

Psicóloga

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Fernanda Caffer

Fernanda Caffer

Graduada em Psicologia e administração, com ampla vivência em contextos organizacionais e experiência comprovada para o tratamento de questões relacionadas à saúde do trabalhador. Pós-graduada em psicologia organizacional e do trabalho.
Em formação de terapia EMDR (Eye Movement Desensitization and Reprocessing) especializou-se ainda em casos de vivências, lembranças e sensações traumáticas.
Também atua com Terapia Cognitivo-Comportamental.

O EMDR (Eye Movement Desensitization and Reprocessing)

Trata-se de uma técnica extremamente moderna e revolucionária de tratamento psicológico, criada no final dos anos 80 pela americana, PHD, Dra. Francine Shapiro. O EMDR objetiva aliviar o sofrimento, ajudando a libertar mente e corpo de lembranças traumáticas, ocorridas no decorrer de nossas vidas, tanto os extremamente complicados, quanto situações mais corriqueiras, mas que igualmente trazem dores emocionais.

Significa Dessensibilização e Reprocessamento por meio dos Movimentos Oculares, pois permite o reprocessamento de lembranças difíceis e dolorosas, integrando conteúdo neuronal em diferentes hemisférios cerebrais, através de estímulos bilaterais (Oculares, táteis ou auditivos) específicos. Isso permite que as lembranças traumáticas possam passar a ser sentidas de forma mais leve, reduzindo a carga negativa associada à essas situações ocorridas no passado.

Isso acontece pois, dentro de cada um de nós, há um sistema fisiológico de processamento de informações onde novos dados e experiências são processadas, relacionadas em nossa rede de memórias (pensamentos, emoções, imagens, registros, etc.) e trabalhadas de forma a alcançar um estado adaptativo e organizado.

Assim, sempre que algo novo acontece, vai se interligando aos fatos anteriores durante o sono REM (Rapid Eye moviment), fase esta onde os olhos movem-se rapidamente, ocorrem os sonhos mais vívidos e a atividade cerebral é similar a quando estamos acordados. Este é o momento onde as experiências do dia são processadas.

Em situações normais, nosso cérebro revisa as experiências do dia, processando e arquivando em um enorme “banco de dados cerebral”. No entanto, quando há eventos traumáticos e perturbadores, pode ocorrer um bloqueio na capacidade adaptativa do sistema de informação, não conseguindo processá-la devidamente, acarretando em reações disfuncionais e mantendo o incidente armazenado em uma espécie de “nó neurológico”.

Além disso, aquela experiência que deveria estar agora no passado, permanece travada a nível neuroquímico em nosso cérebro, permanecendo assim presente, juntamente com as emoções ruins a ela atribuídas. O trauma limita e empobrece nosso bem-estar, nossa saúde emocional e interfere diretamente em nossos relacionamentos, comportamentos e atitudes.
O EMDR atua então oferecendo a ajuda necessária para que o cérebro possa processar e arquivar esse acontecimento (as emoções ruins e ainda os sintomas físicos que elas nos geram), estimulando esse reprocessamento (enquanto a pessoa está acordada) e reduzindo assim a carga negativa associada à essa situação. Os estímulos bilaterais são repetidos até que a lembrança seja menos perturbadora e passe a ser associada a pensamentos e crenças pessoais mais positivas.
Em síntese, nosso cérebro possui recursos para curar nossas feridas emocionais, da mesma forma que o nosso corpo cura as feridas físicas e o processo de EMDR o direciona para isso. 

A Associação Americana de Psiquiatria recomenda o EMDR como sendo um dos principais métodos da atualidade para o tratamento de situações traumáticas. O EMDR encontra enorme respaldo em pesquisas neurocientíficas, é reconhecida pela OMS (organização mundial de saúde) e apresenta resultados clínicos rápidos e duradouros.

Localização

Rua Frei Caneca, 558 - Conjs. 806/807 - Consolação - São Paulo



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